Sobre o Bobo

Em busca do cale-se sagrado

Tudo começou numa madrugada do tenebroso inverno de 1991 (muito calor naquele mês de novembro). Oito tiras desenhadas de sopetão. Em março de 1992, o “Bobo da Corte” estampava as últimas páginas do Jornal da USP. Depois foi para O Butantã, Página Central e Revista do SESC, encerrando o ciclo de publicações no ano de  2002. Após um tenebroso inverno (praticamente uma era glacial), “Bobo da Corte” volta a público, devido a nenhum pedido, apenas por implicância do autor.

Bobo da Corte?

O Bobo da corte é um sujeito de nosso tempo. Tem um chefe mandão, o Rei, que não faz nada e que, por sua vez, confere a um sujeito sem imaginação, o General, a responsabilidade de representar suas decisões. O Bobo é um felizardo, pois tem o amor da singela e delicada Princesa, e compartilha com Pimpão, o filósofo, seus projetos de zombar da autoridade (qualquer autoridade). Fora do palácio, existe a figura transitória de Elmo, o cavaleiro da triste estatura, acompanhado de seu fiel escudeiro, Tristão, o erudito e o simplório diante da tarefa inglória de redimir o mundo de suas injustiças.

Acompanhe a tira também por:

https://www.facebook.com/diariodacorte

http://ruisvargas.tumblr.com/

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2 comentários sobre “Sobre o Bobo

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